Felicidade. Considero uma palavra difícil de decifrar.
Tem gente que acredita que felicidade é algo constante na vida, quando se tem. Não acredito nesta definição. Acredito que não existe alguém feliz o tempo todo. No meu ver não é um estado de espírito.
Momentos felizes, para mim, são mais certos do que felicidade. As pessoas, ainda mais nos dias atuais, não podem sequer se dar ao luxo de serem simplesmente felizes. Não que todos sejam infelizes, afinal mesmo os que se consideram se permitem a terem prazeres o que resulta num momento feliz. Isso é importante frisar, muita gente não se permite ou tem uma grande dificuldade de se permitir tê-los. Acreditam que são pessoas infelizes, e, por algum motivo, talvez culpa, a reprimem e não deixam os acontecimentos fluírem naturalmente, impedindo que a felicidade “entrar”.
Felicidade também varia de pessoa para pessoa. Cada um considera feliz uma determinada coisa, momento, situação. Provavelmente existem pessoas que vêem felicidade em muito pouco, as considero realizadas, afinal carrega uma bagagem satisfatória na vida e pela vida.
Tem gente que é feliz contemplando a natureza.
Tem gente que é feliz estando ao lado dos amigos.
Tem gente que é feliz curtindo os filhos e a família.
Tem gente que é feliz curtindo uma solidão momentânea.
Tem gente que é feliz trabalhando.
Tem gente que é feliz fazendo porra nenhuma.
Tem gente que é feliz simplesmente porque todos a sua volta estão felizes.
Tem gente que é feliz por isso tudo e muito mais. (Sorte delas!)
terça-feira, 29 de maio de 2007
segunda-feira, 28 de maio de 2007
O QUE VOCÊ FARIA?
Ontem assisti ao filme “O Contrato” e confesso que não saberia que atitude tomar diante da situação que descreverei abaixo.
Uma das personagens do filme era pai de um adolescente que perdeu a esposa com câncer. O filho não aceita bem a situação e acaba se tornando um pouco ranzinza e “desconfiado”. O pai, na tentativa de melhorar a relação com o filho adolescente, o convida para acampar.
Paralelamente à esta situação, um criminoso que fora resgatado pela polícia, prepara uma emboscada para que seu bando o liberte. Acaba ocorrendo um acidente e o criminoso e um policial, acidentados, seguem o fluxo de um rio. O homem vê os dois na correnteza e os ajuda, mas o policial, que acabou levando um tiro não sobrevive e pede para que não liberte o criminoso alegando que o restante da equipe estaria atrás dele. Por sua vez, o criminoso diz que o melhor a se fazer é soltá-lo, pois seu bando estaria à sua busca e poderia feri-los. Mas o pai não dá ouvidos e segue com as orientações do policial.
Claro que nada acontece aos dois, tanto o pai quanto o filho saem vivos. Mas a questão é: o que você faria se estivesse no lugar do cara? Acho que ele tomou a decisão correta (não sei se seria a minha), mas colocou em risco à vida de ambos. Acreditou que conseguiria realizar a tarefa e confiou plenamente no filho, que havia dito conhecer bastante a floresta, e no próprio instinto. E ainda conquistou a admiração do criminoso e do filho, que andava pra lá de instável.
Uma das personagens do filme era pai de um adolescente que perdeu a esposa com câncer. O filho não aceita bem a situação e acaba se tornando um pouco ranzinza e “desconfiado”. O pai, na tentativa de melhorar a relação com o filho adolescente, o convida para acampar.
Paralelamente à esta situação, um criminoso que fora resgatado pela polícia, prepara uma emboscada para que seu bando o liberte. Acaba ocorrendo um acidente e o criminoso e um policial, acidentados, seguem o fluxo de um rio. O homem vê os dois na correnteza e os ajuda, mas o policial, que acabou levando um tiro não sobrevive e pede para que não liberte o criminoso alegando que o restante da equipe estaria atrás dele. Por sua vez, o criminoso diz que o melhor a se fazer é soltá-lo, pois seu bando estaria à sua busca e poderia feri-los. Mas o pai não dá ouvidos e segue com as orientações do policial.
Claro que nada acontece aos dois, tanto o pai quanto o filho saem vivos. Mas a questão é: o que você faria se estivesse no lugar do cara? Acho que ele tomou a decisão correta (não sei se seria a minha), mas colocou em risco à vida de ambos. Acreditou que conseguiria realizar a tarefa e confiou plenamente no filho, que havia dito conhecer bastante a floresta, e no próprio instinto. E ainda conquistou a admiração do criminoso e do filho, que andava pra lá de instável.
segunda-feira, 21 de maio de 2007
PESSOAS DA MINHA VIDA
Assisti a um filme no fim de semana que me fez chorar horrores. Talvez estivesse sensível no dia, afinal nem era lá grandes coisas. O filme falava de perdas, ou melhor, perda e conflitos de família.
Considero família a base de tudo na vida. Claro que conflitos sempre existirão. Ninguém é obrigado a ser igual ao outro, por isso existem diferenças que geram desentendimentos e incompreensão. Até certo ponto isso acaba sendo saudável. Se bem trabalhado psicologicamente só temos a aprender e crescer com diferenças. O ponto é que muitas pessoas não lidam muito bem com essa história toda e acabam se distanciando a encarar obstáculos que a vida nos impõe. É muito mais fácil fugir dos problemas do que enfrentá-los.
Não julga quem não tem a força e a sensibilidade de entender que o que temos em casa, a nossa criação, o carinho, o respeito, enfim tudo o que nos foi dado por nossos pais (ou, se for o caso, por quem nos criou) é a coisa mais importante para o nosso eu, é a nossa essência para contagiar e encantar a vida e quem nos cerca.
Calma, calma, calma. Sei que falo com base na minha vida e no que vejo de pessoas que me cercam. Nem todos tem a sorte que tenho de ter uma base familiar ótima. Claro, que como já disse acima, cheio de altos e baixos, de confusões, de dores, mas com a graça de Deus sempre superando todos os obstáculos.
Deposito tanto sentimento, gratidão, tantas coisas maravilhosas, momentos inesquecíveis nessas pessoas da minha vida que não consigo imaginar a vida sem uma delas. É até meio dramático, mas só de saber que elas um dia não estarão ao meu lado fisicamente fico angustiada, me dá vontade de chorar. Chego até preferir que eu "fosse" antes para não sentir essa dor que será sem fim. Egoísmo da minha parte, né? Mas eu prefiro mesmo, de verdade. Não estou preparada para sofrer tanto assim.
Considero família a base de tudo na vida. Claro que conflitos sempre existirão. Ninguém é obrigado a ser igual ao outro, por isso existem diferenças que geram desentendimentos e incompreensão. Até certo ponto isso acaba sendo saudável. Se bem trabalhado psicologicamente só temos a aprender e crescer com diferenças. O ponto é que muitas pessoas não lidam muito bem com essa história toda e acabam se distanciando a encarar obstáculos que a vida nos impõe. É muito mais fácil fugir dos problemas do que enfrentá-los.
Não julga quem não tem a força e a sensibilidade de entender que o que temos em casa, a nossa criação, o carinho, o respeito, enfim tudo o que nos foi dado por nossos pais (ou, se for o caso, por quem nos criou) é a coisa mais importante para o nosso eu, é a nossa essência para contagiar e encantar a vida e quem nos cerca.
Calma, calma, calma. Sei que falo com base na minha vida e no que vejo de pessoas que me cercam. Nem todos tem a sorte que tenho de ter uma base familiar ótima. Claro, que como já disse acima, cheio de altos e baixos, de confusões, de dores, mas com a graça de Deus sempre superando todos os obstáculos.
Deposito tanto sentimento, gratidão, tantas coisas maravilhosas, momentos inesquecíveis nessas pessoas da minha vida que não consigo imaginar a vida sem uma delas. É até meio dramático, mas só de saber que elas um dia não estarão ao meu lado fisicamente fico angustiada, me dá vontade de chorar. Chego até preferir que eu "fosse" antes para não sentir essa dor que será sem fim. Egoísmo da minha parte, né? Mas eu prefiro mesmo, de verdade. Não estou preparada para sofrer tanto assim.
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Desisti
Completamente sem inspiração. É assim que estou hoje. Louca, né? Passo aqui para falar que não tenho nada para dizer.
Então vamos lá, comentar do meu dia-a-dia mesmo. Ontem comecei a ler um livro que apesar de parecer um pouco "pesado" tem uma leitura fácil e agradável. O ator parece que está conversando com a gente, rola uma interação. Não sei se já tiveram a oportunidade de ler, e só li 50 páginas, só parei porque precisava dormir. O nome do livro é Tropa de Elite e fala sobre um ex-policial do BOPE, do Rio de Janeiro. Ele conta situações ocorridas quando estava em ação. Tudo bem que já estamos cansados de saber da podridão toda. Mas é muito interessante conhecer melhor a visão, o sentimento e o que rola nas internas mesmo. É bom e importante que comecemos a entender também o lado dos policiais. Sempre pensamos e dizemos que são um bando de safados, que se corrompem por muito pouco. Isso não justifica o que vem em seguida, mas não podemos ignorar que ganham salários miseráveis para colocar a vida em risco no meio do fogo cruzado e ainda são seres humanos como nós: têm família.O autor deixa isso bem claro e ressalta também que o BOPE é uma das poucas instituições que não são corrompidas nesse nosso país sujo. Ele toca num assunto que eu concordo em gênero, número e grau. A questão é, numa situação em que policiais enfrentam bandidos, é errado que os policiais os matem? A população cobra da polícia que tomem atitudes e quando acontecem episódios como estes os ditos "Direitos Humanos" caem em cima. Esse tal de "Direitos Humanos" é uma palhaçada mesmo. Quando morre algum bandido filho da puta (desculpe o palavrão, mas só assim mesmo para descrever um), eles caem em cima alegando que todo ser humano tem direito à vida. Fico me perguntando: será que eles são tão ignorantes que desconhecem o histórico de violência (principalmente quantas vidas foram tiradas por este) do filho da puta? Queria ver se uma dessas vidas perdidas fosse um filho ou alguém muito ligado se reagiriam desta mesma maneira. Quando morre um inocente ou uma vítima dessa violência, não aparece nenhum babaca desses para alegar nada. Sou super a favor de meter fogo nesses bandidos que não tem dó de nada e nem de ninguém. Não acredito na recuperação desses marginais e queria ver um por um morto, que a justiça realmente fosse feita. Se isso acontecesse, duvido que alguém seria "macho" o suficiente para cometer esses crimes horrendos.
O maior problema do nosso país se chama impunidade. E o que é mais triste: sou brasileira e já desisti há muito tempo!
Poxa, para quem não estava inspirada acho que escrevi até demais, não é? hahahahaha Sou assim mesmo, não posso começar que não quero nem parar mais...
Então vamos lá, comentar do meu dia-a-dia mesmo. Ontem comecei a ler um livro que apesar de parecer um pouco "pesado" tem uma leitura fácil e agradável. O ator parece que está conversando com a gente, rola uma interação. Não sei se já tiveram a oportunidade de ler, e só li 50 páginas, só parei porque precisava dormir. O nome do livro é Tropa de Elite e fala sobre um ex-policial do BOPE, do Rio de Janeiro. Ele conta situações ocorridas quando estava em ação. Tudo bem que já estamos cansados de saber da podridão toda. Mas é muito interessante conhecer melhor a visão, o sentimento e o que rola nas internas mesmo. É bom e importante que comecemos a entender também o lado dos policiais. Sempre pensamos e dizemos que são um bando de safados, que se corrompem por muito pouco. Isso não justifica o que vem em seguida, mas não podemos ignorar que ganham salários miseráveis para colocar a vida em risco no meio do fogo cruzado e ainda são seres humanos como nós: têm família.O autor deixa isso bem claro e ressalta também que o BOPE é uma das poucas instituições que não são corrompidas nesse nosso país sujo. Ele toca num assunto que eu concordo em gênero, número e grau. A questão é, numa situação em que policiais enfrentam bandidos, é errado que os policiais os matem? A população cobra da polícia que tomem atitudes e quando acontecem episódios como estes os ditos "Direitos Humanos" caem em cima. Esse tal de "Direitos Humanos" é uma palhaçada mesmo. Quando morre algum bandido filho da puta (desculpe o palavrão, mas só assim mesmo para descrever um), eles caem em cima alegando que todo ser humano tem direito à vida. Fico me perguntando: será que eles são tão ignorantes que desconhecem o histórico de violência (principalmente quantas vidas foram tiradas por este) do filho da puta? Queria ver se uma dessas vidas perdidas fosse um filho ou alguém muito ligado se reagiriam desta mesma maneira. Quando morre um inocente ou uma vítima dessa violência, não aparece nenhum babaca desses para alegar nada. Sou super a favor de meter fogo nesses bandidos que não tem dó de nada e nem de ninguém. Não acredito na recuperação desses marginais e queria ver um por um morto, que a justiça realmente fosse feita. Se isso acontecesse, duvido que alguém seria "macho" o suficiente para cometer esses crimes horrendos.
O maior problema do nosso país se chama impunidade. E o que é mais triste: sou brasileira e já desisti há muito tempo!
Poxa, para quem não estava inspirada acho que escrevi até demais, não é? hahahahaha Sou assim mesmo, não posso começar que não quero nem parar mais...
domingo, 13 de maio de 2007
Dia das Mães
Essa foi a cartinha que escrevi para dar para minha mãe num dia tão especial como hoje:
Mãe,
Você é uma pessoa iluminada, querida e amada. Hoje, mais madura, retiro tudo que já disse de ruim sobre você e para você, afinal consigo enxergar com mais clareza quem é esse ser humano maravilhoso e encantador.
Ter orgulho de você é fácil, não precisamos nem fazer esforço. Você é mãe no sentido mais cru da palavra: briga quando acha que tem que brigar, erra quando acha estar acertando, é sincera quando mais precisamos da verdade (é como você diz "se eu não disser, quem vai fazê-lo?"), ama (da sua maneira, mas sabemos que ama) incondicionalmente, tira do seu para dar para gente (mas se Deus quiser num futuro próximo isso não será mais necessário). Você é mulher no sentido mais cru da palavra: está sempre se cuidando, linda, maravilhosa, corpinho de dar inveja em qualquer menininha de 20 anos, sempre recebendo elogios não só pela parte física, mas pela guerreira que é.
Em relação à amizade, para mim é até díficil falar, afinal nestes últimos meses alcançamos algo que nunca imaginei que alcançaríamos juntas. Como disse no início, a maturidade transforma momentos e coisas ruins em algo positivo e maravilhoso. Sem dúvida nenhuma hoje sou uma mulher muito mais feliz porque tenho uma amiga como você. Saber que sempre estará ao meu lado não tem nada que pague. Saber que podemos dividir tristezas, que muitas das vezes acabam em risos e alegrias para amenizar nossa dor, não tem preço.
Vencedora! Venceu um super obstáculo da vida se tornando uma pessoa forte com uma visão positiva e bonita das coisas e da vida. É uma mulher extraordinária, sempre tentando olhar o lado do outro e querendo o bem e sofrendo com a tristeza dos outros. Você merece todos os dias da vida só para você, assim com certeza o mundo seria bem melhor: bem-humorado, cuidado e feliz.
Eu te amo incondicionalmente!
Mãe,
Você é uma pessoa iluminada, querida e amada. Hoje, mais madura, retiro tudo que já disse de ruim sobre você e para você, afinal consigo enxergar com mais clareza quem é esse ser humano maravilhoso e encantador.
Ter orgulho de você é fácil, não precisamos nem fazer esforço. Você é mãe no sentido mais cru da palavra: briga quando acha que tem que brigar, erra quando acha estar acertando, é sincera quando mais precisamos da verdade (é como você diz "se eu não disser, quem vai fazê-lo?"), ama (da sua maneira, mas sabemos que ama) incondicionalmente, tira do seu para dar para gente (mas se Deus quiser num futuro próximo isso não será mais necessário). Você é mulher no sentido mais cru da palavra: está sempre se cuidando, linda, maravilhosa, corpinho de dar inveja em qualquer menininha de 20 anos, sempre recebendo elogios não só pela parte física, mas pela guerreira que é.
Em relação à amizade, para mim é até díficil falar, afinal nestes últimos meses alcançamos algo que nunca imaginei que alcançaríamos juntas. Como disse no início, a maturidade transforma momentos e coisas ruins em algo positivo e maravilhoso. Sem dúvida nenhuma hoje sou uma mulher muito mais feliz porque tenho uma amiga como você. Saber que sempre estará ao meu lado não tem nada que pague. Saber que podemos dividir tristezas, que muitas das vezes acabam em risos e alegrias para amenizar nossa dor, não tem preço.
Vencedora! Venceu um super obstáculo da vida se tornando uma pessoa forte com uma visão positiva e bonita das coisas e da vida. É uma mulher extraordinária, sempre tentando olhar o lado do outro e querendo o bem e sofrendo com a tristeza dos outros. Você merece todos os dias da vida só para você, assim com certeza o mundo seria bem melhor: bem-humorado, cuidado e feliz.
Eu te amo incondicionalmente!
quarta-feira, 9 de maio de 2007
O QUE VAI SER DO NOSSO FUTURO?
Às vezes fico achando que sou meio doida: me pego pensando no medo do que ainda está por vir. O não-saber se torna um vazio o que resulta num medo...
Tenho medo dos meus sonhos.
Tenho medo dos meus pesadelos.
Tenho medo de não alcançar meu desejo de ser uma excelente profissional.
Tenho medo de não me tornar mãe, e se me tornar de não educar meus filhos como meus pais me educaram.
Tenho medo de perder para sempre pessoas queridas.
Tenho medo de me doar integralmente, e consequentemente confiar nas pessoas.
Tenho medo da solidão.
Tenho medo de não realizar os sonhos dos meus pais.
E dá para concluir que sou uma medrosa e que o futuro dá um certo medo.
Imagino que isso seja normal, afinal quem não tem medo do desconhecido? O desconhecido é algo incerto e duvidoso.
Temos projetos e sonhos e gostaríamos muito que se concretizassem, mas só teremos certeza quando estes se tornarem o presente e deixarem de ser projetos e sonhos para enfim se tornarem realidade.
Voltamos a mesma questão: o futuro nos proporciona medo. Será que pelo menos alguns desses medos não são frutos das exigências impostas pela nossa sociedade moderna? Claro que muitos deles devem existir desde que o ser humano se entende como tal.
Talvez muitos de nossos medos nem façam parte dos nossos reais sonhos!!!
Tenho medo dos meus sonhos.
Tenho medo dos meus pesadelos.
Tenho medo de não alcançar meu desejo de ser uma excelente profissional.
Tenho medo de não me tornar mãe, e se me tornar de não educar meus filhos como meus pais me educaram.
Tenho medo de perder para sempre pessoas queridas.
Tenho medo de me doar integralmente, e consequentemente confiar nas pessoas.
Tenho medo da solidão.
Tenho medo de não realizar os sonhos dos meus pais.
E dá para concluir que sou uma medrosa e que o futuro dá um certo medo.
Imagino que isso seja normal, afinal quem não tem medo do desconhecido? O desconhecido é algo incerto e duvidoso.
Temos projetos e sonhos e gostaríamos muito que se concretizassem, mas só teremos certeza quando estes se tornarem o presente e deixarem de ser projetos e sonhos para enfim se tornarem realidade.
Voltamos a mesma questão: o futuro nos proporciona medo. Será que pelo menos alguns desses medos não são frutos das exigências impostas pela nossa sociedade moderna? Claro que muitos deles devem existir desde que o ser humano se entende como tal.
Talvez muitos de nossos medos nem façam parte dos nossos reais sonhos!!!
sábado, 5 de maio de 2007
O OUTRO
Preciso deixar de ser boba e dar valor a quem não dá para mim. Não aguento mais ceder! Quero ceder sim para quem cede para mim. Que seja uma coisa recíproca. Isso me torna uma pessoa fraca e sem auto-estima, afinal sempre penso e acredito que tudo para os outros vai dar certo mas o sentimento nunca é o mesmo quando eu estou em questão.
Não posso me permitir à auto-destruição. Já está passando da hora de acreditar mais no meu potencial.
Por que os outros são melhores do que eu?
Não culpo ninguém por isso, só a mim mesma. Falando em culpa, isso é uma outra questão que preciso trabalhar em mim. Sempre me sinto culpada por tudo: culpada por existir e parecer um empecilho no caminho dos outros que estão à minha volta. O mais "engraçado" é que mesmo sabendo que muitas das vezes não tenho culpa, me sinto culpada (isso chega a ser até louco, não é?).
Putz, preciso dormir, mas não consigo de jeito nenhum!!! Então vamos filosofar mais um pouco. Que tal?
Têm certas situações que me deixam um tanto quanto chateada, como não ser reconhecida por coisas que faço com coração, atitudes espontâneas mesmo. Muitas vezes quem está à nossa volta, quem nos acompanha sempre não reconhece o carinho, o sentimento que lhes é dado, talvez achem que fazemos sempre algo por obrigação. Mas nem sequer param para refletir que as mesmas não o fazem nem por obrigação. Simplificando: sempre que deixamos de fazer algo por nós mesmos para agradar ao outro é visto por este como uma obrigação nossa, sendo que se a situação fosse invertida o outro jamais abriria mão de algo dele por você, para te ver feliz, afinal a felicidade dele é muito mais importante que a sua.
A questão é: Quem está certo? O outro ou você? Sinceramente, quero começar a ser o outro. Estou cansada de ceder, ceder, ceder... senão acabarei morrendo na praia.
Não posso me permitir à auto-destruição. Já está passando da hora de acreditar mais no meu potencial.
Por que os outros são melhores do que eu?
Não culpo ninguém por isso, só a mim mesma. Falando em culpa, isso é uma outra questão que preciso trabalhar em mim. Sempre me sinto culpada por tudo: culpada por existir e parecer um empecilho no caminho dos outros que estão à minha volta. O mais "engraçado" é que mesmo sabendo que muitas das vezes não tenho culpa, me sinto culpada (isso chega a ser até louco, não é?).
Putz, preciso dormir, mas não consigo de jeito nenhum!!! Então vamos filosofar mais um pouco. Que tal?
Têm certas situações que me deixam um tanto quanto chateada, como não ser reconhecida por coisas que faço com coração, atitudes espontâneas mesmo. Muitas vezes quem está à nossa volta, quem nos acompanha sempre não reconhece o carinho, o sentimento que lhes é dado, talvez achem que fazemos sempre algo por obrigação. Mas nem sequer param para refletir que as mesmas não o fazem nem por obrigação. Simplificando: sempre que deixamos de fazer algo por nós mesmos para agradar ao outro é visto por este como uma obrigação nossa, sendo que se a situação fosse invertida o outro jamais abriria mão de algo dele por você, para te ver feliz, afinal a felicidade dele é muito mais importante que a sua.
A questão é: Quem está certo? O outro ou você? Sinceramente, quero começar a ser o outro. Estou cansada de ceder, ceder, ceder... senão acabarei morrendo na praia.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Vida de Gordinha é foda!!!
Ai ai ai ai, estou morta de cansada!!!
Vida de gordinha é um problema... Deus podia ter sido um pouco mais inteligente e ter feito todas as pessoas magras. Acho uma injustiça esse negócio de umas se matarem para emagrecer enquanto outras fazem o que querem e o que não querem e continuam sempre esbeltas. Que fique claro que esse desabafo não tem nada a ver com inveja, pois graças ao mesmo Deus, sou uma pessoa desprovida desse sentimento HORROROSO! Só acho que seria tão bom se nós (gordinhas) não precisássemos ficar neuróticas e obsessivas com esse lance de emagrecer.
A cobrança pela beleza e a estética são tão grandes, que muitas vezes as pessoas perdem a noção da saúde e do bem-estar almejando o corpo perfeito. O pior é que numa dessas perdem a vida por algo superficial. Será que não entenderam até hoje que o conteúdo de uma pessoa está nos seus atos e pensamentos? Não que a beleza seja algo desprezível. É algo relevante se incluído saúde. Quem inventou essa história que para ser bonito tem que ser magra? Se alguém souber me diga que quero "matar" esse FDP (rsrsrsrsrs). Devia ser quem é bonito é quem tem saúde e conteúdo!
É tão triste, porém (é até louco o que direi) tão compreensível, meninas morrendo de doenças horríveis à busca de um objetivo: o tal corpo perfeito. Não digo compreensível defendendo-as, mas simplesmente porque estão em busca de aceitação. Acham que se enquadrando no estereótipo passarão a serem aceitas na sociedade (escola, faculdade, grupos de amigo etc.). Para quem nunca passou por este tipo de problemas acho que é mais complicado entender. Mas este não é meu caso. Vivo no efeito sanfona. Tenho muita tendência a engordar e vivo me enganando com dietas falsas e hipócritas à procura da magrelice. Mas estava pensando nisso hoje...acho que farei ao contrário, ao invés de fazer dieta para emagrecer, vou regrar minhas refeições: fazer delas o mais saudável possível e com intervalos definidos. Não quero entrar em paranóia e não vou. Quero alcançar uma vida saudável e que o resto seja consequência.
Depois conto para você como acabou essa história....
Ah, torça por mim!!!
Vida de gordinha é um problema... Deus podia ter sido um pouco mais inteligente e ter feito todas as pessoas magras. Acho uma injustiça esse negócio de umas se matarem para emagrecer enquanto outras fazem o que querem e o que não querem e continuam sempre esbeltas. Que fique claro que esse desabafo não tem nada a ver com inveja, pois graças ao mesmo Deus, sou uma pessoa desprovida desse sentimento HORROROSO! Só acho que seria tão bom se nós (gordinhas) não precisássemos ficar neuróticas e obsessivas com esse lance de emagrecer.
A cobrança pela beleza e a estética são tão grandes, que muitas vezes as pessoas perdem a noção da saúde e do bem-estar almejando o corpo perfeito. O pior é que numa dessas perdem a vida por algo superficial. Será que não entenderam até hoje que o conteúdo de uma pessoa está nos seus atos e pensamentos? Não que a beleza seja algo desprezível. É algo relevante se incluído saúde. Quem inventou essa história que para ser bonito tem que ser magra? Se alguém souber me diga que quero "matar" esse FDP (rsrsrsrsrs). Devia ser quem é bonito é quem tem saúde e conteúdo!
É tão triste, porém (é até louco o que direi) tão compreensível, meninas morrendo de doenças horríveis à busca de um objetivo: o tal corpo perfeito. Não digo compreensível defendendo-as, mas simplesmente porque estão em busca de aceitação. Acham que se enquadrando no estereótipo passarão a serem aceitas na sociedade (escola, faculdade, grupos de amigo etc.). Para quem nunca passou por este tipo de problemas acho que é mais complicado entender. Mas este não é meu caso. Vivo no efeito sanfona. Tenho muita tendência a engordar e vivo me enganando com dietas falsas e hipócritas à procura da magrelice. Mas estava pensando nisso hoje...acho que farei ao contrário, ao invés de fazer dieta para emagrecer, vou regrar minhas refeições: fazer delas o mais saudável possível e com intervalos definidos. Não quero entrar em paranóia e não vou. Quero alcançar uma vida saudável e que o resto seja consequência.
Depois conto para você como acabou essa história....
Ah, torça por mim!!!
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