
Assim como tudo na vida, cada profissão tem seu lado. Algumas têm um peso gigantesco relacionado à vida pessoal, como artistas, que estão sempre muito expostos à mídia. Dependendo do ponto de vista, podemos afirmar que carreiras com grande grau de exposição acabam tornando públicas intimidades. Baseado no que vejo na televisão e leio em sites, jornais ou revistas, muitas celebridades não sabem lidar com o assédio, tanto do público como da própria imprensa, e acabam agindo de forma agressiva. Realmente deve ser complicado lidar com fama e sucesso, mas como tudo tem seu preço...
Não sei se posso me considerar uma pessoa radical em relação ao meu ponto de vista diante do assunto. Nem todo ator tem o salário maravilhoso que achamos. Até aí, ok. Ah, ainda não estou falando sobre a questão dos paparazzi, e sim sobre certos trabalhos que seriam bacanas os atores realizarem para divulgar o trabalho da emissora, ou até mesmo a própria imagem, e satisfazerem suas legiões de fãs. Muitos artistas se fecham simplesmente quando não estão a fim de fazer nada e conseqüentemente não estão precisando da mídia para projeção da própria imagem. O barco não pode navegar por este rumo. Como sempre digo, a vida é uma troca. Sei o quanto é delicado conciliar agenda quando se está gravando novela ou quando se está quase 24h num set de filmagem para a realização de um filme. Porém não se pode ignorar a mídia quando não se está precisando e quando há necessidade de divulgação de qualquer trabalho que deseja estampar na imprensa.
Não consigo entender muito esse lance de fãs alucinados, que se dispõem a seguir os ídolos para onde quer que seja, que levam presentes e choram, chegando até a desmaiar quando os encontram. Na minha cabeça isso é muito louco. Não posso julgar simplesmente pelo fato de nunca ter tido tal sentimento. Fico imaginando que essas pessoas não devam ter nada para fazer da vida, afinal estão sempre disponíveis. Ser fã? Bacana. O único problema é essa ligação se tornar doentia. Esse amor e carinho que sentem por seus ídolos não podem ser ignorados por estes. O mínimo que um artista tem que dar para seus fãs, retornando o sentimento que eles depositam para destacá-los ainda mais e colaborando para seu grande sucesso, são matérias e palavras de carinho. Custa reconhecer a dedicação e atenção que estas pessoas depositam neles?
Agora sim vamos falar dos polêmicos paparazzi. Deve ser muito irritante ter sempre um pentelho vigiando cada passo que a pessoa dá. É preciso ser malabarista para ser celebridade. Sim, porque artista, o malabarista também é. Com o aparecimento desses novos profissionais, a vida das chamadas estrelas se expôs ainda mais para o grande público. Fazer um programinha de família em plena tarde de domingo, como almoçar fora, que todo ser humano, digamos “normal”, pode fazer, é totalmente impossível sem que seja fotografado e no dia seguinte estampar uma coluna de fofocas ou até mesmo a capa de um jornal, que com toda loucura que vivenciamos atualmente, não deve ter nada mais significante para destacar. A justificativa dos prós paparazzi é que esse tipo de futilidade e inutilidade que aguça a curiosidade da maioria. Diante de tanta tragédia, a população deve usar como válvula de escape, notícias que não causem tanto impacto e revolta no dia-a-dia.
Chegamos ao lado bom e glamuroso da profissão. Uma coisa que está presente neste mundo representativo e que enriqueceria qualquer ser humano que tivesse a oportunidade, é conhecer culturas e línguas diversas, atividades físicas que talvez nunca tiveram interesse de realizar e quando o fazem, descobrem uma paixão para a vida inteira, lugares que despertam interesse e marcam por suas peculiaridades e riquezas (não só financeiras). Essas coisas bacanas e interessantérrimas são realizadas para locação de trabalhos ou para laboratório referente à formação de uma personagem. Falando em personagem, deve ser muito bom encarnar personalidades distintas, cada uma com caráter próprio, podendo sentir um pouco na pele como é ser uma pessoa que jamais seria em detrimento da sua personalidade. Louco, né? Mas deve ser engraçado ser vilão num ano, e no próximo, ser mocinho.
Não sei se posso me considerar uma pessoa radical em relação ao meu ponto de vista diante do assunto. Nem todo ator tem o salário maravilhoso que achamos. Até aí, ok. Ah, ainda não estou falando sobre a questão dos paparazzi, e sim sobre certos trabalhos que seriam bacanas os atores realizarem para divulgar o trabalho da emissora, ou até mesmo a própria imagem, e satisfazerem suas legiões de fãs. Muitos artistas se fecham simplesmente quando não estão a fim de fazer nada e conseqüentemente não estão precisando da mídia para projeção da própria imagem. O barco não pode navegar por este rumo. Como sempre digo, a vida é uma troca. Sei o quanto é delicado conciliar agenda quando se está gravando novela ou quando se está quase 24h num set de filmagem para a realização de um filme. Porém não se pode ignorar a mídia quando não se está precisando e quando há necessidade de divulgação de qualquer trabalho que deseja estampar na imprensa.
Não consigo entender muito esse lance de fãs alucinados, que se dispõem a seguir os ídolos para onde quer que seja, que levam presentes e choram, chegando até a desmaiar quando os encontram. Na minha cabeça isso é muito louco. Não posso julgar simplesmente pelo fato de nunca ter tido tal sentimento. Fico imaginando que essas pessoas não devam ter nada para fazer da vida, afinal estão sempre disponíveis. Ser fã? Bacana. O único problema é essa ligação se tornar doentia. Esse amor e carinho que sentem por seus ídolos não podem ser ignorados por estes. O mínimo que um artista tem que dar para seus fãs, retornando o sentimento que eles depositam para destacá-los ainda mais e colaborando para seu grande sucesso, são matérias e palavras de carinho. Custa reconhecer a dedicação e atenção que estas pessoas depositam neles?
Agora sim vamos falar dos polêmicos paparazzi. Deve ser muito irritante ter sempre um pentelho vigiando cada passo que a pessoa dá. É preciso ser malabarista para ser celebridade. Sim, porque artista, o malabarista também é. Com o aparecimento desses novos profissionais, a vida das chamadas estrelas se expôs ainda mais para o grande público. Fazer um programinha de família em plena tarde de domingo, como almoçar fora, que todo ser humano, digamos “normal”, pode fazer, é totalmente impossível sem que seja fotografado e no dia seguinte estampar uma coluna de fofocas ou até mesmo a capa de um jornal, que com toda loucura que vivenciamos atualmente, não deve ter nada mais significante para destacar. A justificativa dos prós paparazzi é que esse tipo de futilidade e inutilidade que aguça a curiosidade da maioria. Diante de tanta tragédia, a população deve usar como válvula de escape, notícias que não causem tanto impacto e revolta no dia-a-dia.
Chegamos ao lado bom e glamuroso da profissão. Uma coisa que está presente neste mundo representativo e que enriqueceria qualquer ser humano que tivesse a oportunidade, é conhecer culturas e línguas diversas, atividades físicas que talvez nunca tiveram interesse de realizar e quando o fazem, descobrem uma paixão para a vida inteira, lugares que despertam interesse e marcam por suas peculiaridades e riquezas (não só financeiras). Essas coisas bacanas e interessantérrimas são realizadas para locação de trabalhos ou para laboratório referente à formação de uma personagem. Falando em personagem, deve ser muito bom encarnar personalidades distintas, cada uma com caráter próprio, podendo sentir um pouco na pele como é ser uma pessoa que jamais seria em detrimento da sua personalidade. Louco, né? Mas deve ser engraçado ser vilão num ano, e no próximo, ser mocinho.
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